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Engenharia de Contexto

Fundamentos, Linguagem, Gestão da Informação e Arquitetura de Agentes

Engenharia de Contexto é uma formação completa sobre como estruturar informação, intenção e memória para obter melhor desempenho de Inteligências Artificiais Generativas. O curso apresenta os fundamentos conceituais da IA contemporânea, explica o funcionamento dos Modelos de Linguagem Natural e mostra por que o contexto se tornou o principal eixo de qualidade, coerência e controle em sistemas generativos.

Ao longo da formação, o participante aprende a compreender flutuações, desenhar prompts mais robustos, organizar bases de conhecimento, planejar agentes conversacionais, diferenciar agentes de automação e aplicar métodos de Engenharia de Intenção. A proposta é formar uma visão prática e estratégica para profissionais que desejam usar IA de forma mais precisa, produtiva e segura em ambientes reais de trabalho.

Part I

Fundamentos da IA, LLMs e primeiros usos

Esta primeira parte estabelece o vocabulário comum do curso. O objetivo é garantir que todos os participantes compreendam os fundamentos de Inteligência Artificial, os conceitos essenciais usados ao longo da formação e a lógica operacional dos Modelos de Linguagem Natural antes de avançar para Engenharia de Prompt e Engenharia de Contexto.

Módulo 1 — Introdução

Uma breve viagem pela Engenharia de Contexto e pelos conceitos que a permeiam. O módulo apresenta a tese central do curso: resultados melhores em IA dependem menos de frases mágicas e mais da construção deliberada de um campo contextual coerente.

  • O que é Engenharia de Contexto
  • Por que contexto se tornou central em IA generativa
  • Diferença entre prompt, contexto e instrução
  • Contexto como estrutura de sentido
  • Limites do uso intuitivo de ferramentas generativas
  • Visão geral da formação e de suas três partes

Módulo 2 — Glossário

Um glossário expandido para quem precisa de um apanhado geral dos termos usados ao longo do curso. O módulo organiza os principais conceitos técnicos e semânticos para reduzir ruído e criar precisão terminológica.

  • Modelo, prompt, contexto e token
  • Janela de contexto e memória
  • Inference, treinamento e ajuste fino
  • Alucinação, flutuação e erro contextual
  • Agentes, assistentes e automações
  • RAG, base de conhecimento e recuperação semântica

Módulo 3 — Inteligência Artificial

A história da IA para que o aluno tenha uma ideia clara de como chegamos até aqui e onde de fato chegamos. O módulo situa a IA generativa dentro de uma trajetória mais ampla de pesquisas, ciclos de expectativa e mudanças tecnológicas.

  • Breve história da Inteligência Artificial
  • IA simbólica, estatística e generativa
  • Aprendizado de máquina e redes neurais
  • O salto dos modelos fundacionais
  • IA como ferramenta, sistema e ecossistema
  • Limites atuais e expectativas realistas

Módulo 4 — LLMs: o que são e como funcionam

O que é a arquitetura de IA chamada LLM e o que de fato sabemos sobre como ela funciona e opera. O módulo apresenta o funcionamento dos Modelos de Linguagem Natural sem mistificação, mas com cuidado suficiente para evitar simplificações enganosas.

  • O que são Large Language Models
  • Como modelos processam linguagem
  • Tokens, embeddings e relações semânticas
  • Predição probabilística e geração de texto
  • Contexto ativo e resposta situada
  • O que sabemos e o que ainda não sabemos sobre LLMs

Módulo 5 — Demonstrações e casos de uso

A materialização do que foi dito até aqui, na forma de testes em Modelos de Linguagem. O módulo mostra, por meio de exemplos práticos, como as ideias apresentadas aparecem no uso cotidiano de ferramentas generativas.

  • Testes simples com modelos de linguagem
  • Comparação entre respostas com e sem contexto
  • Exemplos de melhoria progressiva de prompts
  • Uso de instruções, exemplos e restrições
  • Identificação de limitações e comportamentos inesperados
  • Casos de uso em comunicação, análise e produtividade
Part II

Prompt, Linguagem e Flutuações

A segunda parte aprofunda a passagem da Engenharia de Prompt tradicional para uma prática mais ampla, orientada por linguagem, contexto e diagnóstico de flutuações. O participante aprende a perceber como a formulação linguística, o enquadramento semântico e o contexto disponível moldam o comportamento dos modelos.

Módulo 6 — A nova Engenharia de Prompt

Um novo olhar sobre a Engenharia de Prompt após os Modelos de Linguagem Natural sensíveis ao contexto. O módulo reposiciona o prompt como parte de uma arquitetura contextual mais ampla, e não como fórmula isolada.

  • Limites da Engenharia de Prompt convencional
  • Prompt como operador de contexto
  • Instrução, papel, tarefa e critério de qualidade
  • Exemplos, restrições e formato de saída
  • Prompts reutilizáveis e prompts situacionais
  • Transição de prompt para desenho contextual

Módulo 7 — Demonstrações e casos de uso

A manifestação da Nova Engenharia de Prompt e as diferenças do método convencional de lidar com LLMs. O módulo compara abordagens tradicionais e contextuais para demonstrar ganhos em precisão, estabilidade e utilidade.

  • Comparação entre prompts fracos e prompts estruturados
  • Reescrita de tarefas mal formuladas
  • Uso de contexto de papel e contexto de objetivo
  • Critérios explícitos de avaliação da resposta
  • Transformação de prompts em pequenos procedimentos
  • Casos de uso em análise, redação e tomada de decisão

Módulo 8 — Linguagem: um passo atrás…

Para entender Engenharia de Prompts e Engenharia de Contexto é preciso entender a Linguagem. O módulo apresenta a linguagem como meio operacional dos LLMs e como estrutura que organiza sentido, ambiguidade, intenção e interpretação.

  • Linguagem como meio de operação dos LLMs
  • Ambiguidade, polissemia e enquadramento
  • Sentido, referência e contexto discursivo
  • Como instruções alteram interpretação
  • O papel da narrativa na coerência da resposta
  • Relação entre linguagem, intenção e resultado

Módulo 9 — Flutuações

Flutuação é o nome correto para o termo alucinações, que mais reputa culpa do que resolve o problema. O módulo explica por que respostas inconsistentes frequentemente nascem de lacunas, excessos ou deformações no contexto disponível.

  • Por que substituir “alucinação” por “flutuação”
  • Flutuações por falta de contexto
  • Flutuações por contexto contraditório
  • Flutuações por excesso de complexidade
  • Contextos tóxicos e falsas evidências
  • Estratégias de mitigação e diagnóstico

Módulo 10 — Demonstração e casos de uso

O impacto do entendimento da Linguagem, das Flutuações e de Contextos Tóxicos. O módulo demonstra como pequenas alterações de contexto podem alterar profundamente respostas e como diagnosticar o que está sobrando ou faltando.

  • Demonstrações de flutuação por contexto insuficiente
  • Demonstrações de flutuação por contexto enviesado
  • Comparação entre correção de prompt e correção de contexto
  • Diagnóstico de falsas premissas no enunciado
  • Uso de perguntas de esclarecimento como controle
  • Casos de uso em documentos, atendimento e análise crítica
Part III

Gestão de Informação, Agentes e Engenharia de Intenção

A terceira parte leva a Engenharia de Contexto para a construção de sistemas e operações. O foco passa a ser a organização de informação, a criação de agentes conversacionais, a distinção entre agentes de conversação e automação, e a formulação de intenção como componente operacional de sistemas generativos.

Módulo 11 — Gestão de Informação

Como empreender Gestão de Informação na manutenção da Engenharia de Contexto. O módulo apresenta curadoria, provisionamento e abastecimento como processos fundamentais para sustentar coerência em sistemas de IA.

  • Gestão de Informação aplicada à IA generativa
  • Curadoria de conteúdos e fontes
  • Provisionamento de contexto e infraestrutura
  • Abastecimento contínuo de informações
  • Organização de bases de conhecimento
  • Rastreabilidade, atualização e controle de qualidade

Módulo 12 — Agentes Conversacionais

Como funcionam e o que são de fato os Agentes GPT e Agentes Gem das ferramentas da OpenAI e do Google. O módulo explica agentes conversacionais como construtos contextuais sustentados por instrução, conhecimento e forma de interação.

  • O que é um agente conversacional
  • Diferença entre chatbot padrão e agente especializado
  • Instruções personalizadas e identidade operacional
  • Bases de conhecimento e arquivos de apoio
  • Ferramentas, actions e integrações
  • Boas práticas para desenho de agentes conversacionais

Módulo 13 — Agentes de Automação

Como funcionam e qual a diferença entre Agentes de Automação e Agentes de Conversação. O módulo apresenta automação como ação orientada por ferramentas, fluxos, estados e integração com sistemas externos.

  • O que caracteriza um agente de automação
  • Diferença entre conversar e executar
  • Fluxos, tarefas, ferramentas e estados
  • Integrações com APIs e sistemas externos
  • Riscos operacionais e pontos de controle
  • Quando usar automação e quando usar conversação

Módulo 14 — Construindo Agentes

A produção de Agentes, hoje, se beneficiaria muito do uso das novas técnicas de Engenharia de Contexto. O módulo reúne os conceitos anteriores em um processo prático para desenhar, especificar, testar e aprimorar agentes.

  • Definição de propósito e escopo do agente
  • Desenho de identidade, conhecimento e operação
  • Construção de instruções e critérios de resposta
  • Organização de arquivos e bases de conhecimento
  • Testes, validação e refinamento contextual
  • Documentação e manutenção do agente

Módulo 15 — Engenharia de Intenção

Para elucidar intenção diante de um contexto, a Engenharia de Intenção usa o Contexto Operacional. O módulo apresenta a intenção como camada que orienta ação, critério, decisão e execução em sistemas generativos e agentes.

  • O que é Engenharia de Intenção
  • Intenção como operador de ação
  • Relação entre objetivo, tarefa e critério
  • Contexto Operacional e tomada de decisão
  • Como explicitar intenção em prompts e agentes
  • Aplicações em estratégia, automação e governança

Formatos de contratação

A formação pode ser contratada em três formatos, de acordo com o nível de profundidade desejado e com a disponibilidade da equipe participante.

Workshop Executivo

10 horas

Trilha Compacta

20 horas

Formação Completa

60 horas

Carga horária total da Formação Completa: 60 horas.
Formação organizada em 15 módulos, com 2 aulas de 2 horas por módulo.